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Publicado em 18 de jun de 2026 às 10:00
Concessionária soma mais de R$ 3,2 bilhões investidos desde 2009 e avança com novos projetos para ampliar a capacidade e a eficiência de um dos principais corredores logísticos do país
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Itaquaquecetuba, 18 de junho de 2026 – A Ecovias Leste Paulista completa nesta quinta-feira (18) 17 anos de concessão do Corredor Ayrton Senna/Carvalho Pinto, período marcado por investimentos em infraestrutura, modernização operacional, inovação tecnológica, segurança viária e sustentabilidade. Desde 2009, mais de R$ 3,2 bilhões foram destinados à melhoria dos 143,8 quilômetros de rodovias que conectam a Região Metropolitana de São Paulo ao Vale do Paraíba, ao Litoral Norte, à Serra da Mantiqueira e aos principais polos produtivos do estado.
Além de garantir a operação de um dos mais importantes corredores logísticos do Brasil, a concessionária contribuiu para ampliar a capacidade viária, reduzir tempos de deslocamento e fortalecer a conexão entre regiões estratégicas para a economia paulista. Atualmente, mais de 224 mil veículos utilizam diariamente o sistema.
Entre os principais marcos da concessão está o prolongamento da Rodovia Carvalho Pinto, entregue em 2022, que acrescentou 10,7 quilômetros de novas pistas ao sistema e ampliou a capacidade de um dos corredores logísticos mais importantes do estado. A obra reforçou a conexão entre a Região Metropolitana de São Paulo e o Vale do Paraíba, contribuindo para a fluidez do tráfego e o desenvolvimento regional.
Entre as principais frentes de investimento em andamento estão as novas alças de acesso nos quilômetros 36 e 38 da Rodovia Ayrton Senna, intervenções que vão reorganizar os movimentos de entrada e saída do sistema, ampliar a capacidade operacional e aumentar a segurança viária em um dos trechos de maior circulação do corredor. As obras fazem parte do processo contínuo de modernização da infraestrutura conduzido pela concessionária, que também acelerou seu programa de recuperação do pavimento. Apenas nos últimos 12 meses, cerca de 169,5 quilômetros de faixas foram recapeados e, até dezembro de 2026, outros 184 quilômetros passarão por renovação, com intervenções realizadas prioritariamente no período noturno e utilização de tecnologias sustentáveis, como asfalto-borracha e RAP espumado.
A modernização do corredor também passa pela transformação digital. Implantado em 2022, o atendimento emergencial via WhatsApp já contabiliza 34,7 mil solicitações e hoje responde por mais de 31,82% dos pedidos de ajuda registrados pela concessionária, tornando-se o principal canal de contato dos usuários. A ferramenta ampliou a agilidade dos atendimentos e acompanha a mudança no perfil de comunicação dos motoristas, cada vez mais conectados aos canais digitais.
Ao longo dos 17 anos de concessão, a Ecovias Leste Paulista realizou mais de 2 milhões de atendimentos operacionais, entre socorros mecânicos, atendimentos médicos, inspeções de tráfego e remoções. O trabalho integrado entre engenharia, operação e campanhas educativas contribuiu para a redução de 8,31% no número de acidentes registrados entre janeiro e maio deste ano, em comparação com o mesmo período de 2025.
Na área ambiental, a concessionária tornou-se a primeira do setor rodoviário brasileiro a alcançar o status de Aterro Zero, destinando corretamente ou reaproveitando 100% dos resíduos gerados em suas operações. Em um ano de programa, quase 600 toneladas de resíduos recolhidos nas rodovias receberam destinação ambientalmente adequada.
O planejamento de longo prazo da concessionária também contempla novos projetos para ampliar a capacidade do corredor. Entre eles está o desenvolvimento do Projeto Executivo para o prolongamento da Rodovia Carvalho Pinto entre Taubaté e Aparecida, iniciativa solicitada pelo Governo do Estado de São Paulo. O projeto prevê aproximadamente 39 quilômetros de extensão, além de cerca de 3,5 quilômetros de conexão com Pindamonhangaba, incluindo a construção de pontes, viadutos, passarelas e um túnel de 1,3 quilômetro. A previsão é que o Projeto Executivo seja entregue ainda este ano, conforme cronograma pactuado com a Artesp. A eventual implantação da obra dependerá da avaliação e aprovação do Governo do Estado.